Jovem envolvido na morte do cão Orelha pode ter passaporte apreendido
O adolescente, apontado como autor das agressões que levaram à morte do cão, estava na Disney e teve internação provisoria solicitada pela PC
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Um dos suspeitos de ter participado da morte do cão Orelha, em 4 de janeiro, poderá ter passaporte apreendido após pedido da Polícia Civil de Santa Catarina. A solicitação foi feita ao Ministério Público, que se mostrou favorável a aceitar o pedido.
O adolescente estava passeando na Disney, em Orlando, nos Estados Unidos, e retornou ao Brasil no dia 30 de janeiro. Ele foi apontado como autor da agressão e teve internação provisória solicitada pela PC.
Caso ainda gera dúvidas
Na última terça-feira (03), a Polícia Civil de Santa Catarina encerrou as investigações que apuravam as causas da morte do cão Orelha e solicitou a internação de um dos quatro adolescentes envolvidos.

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Nesta sexta (06), o MP disse que encontrou lacunas na investigação que colocam em questão a participação dos adolescentes no caso. O órgão pediu que fosse realizada uma investigação complementar e uma reconstrução mais precisa dos acontecimentos.
A polícia alega que o pedido de internação do adolescente investigado pela morte do cão tem base legal. As equipes também seguem apurando a possibilidade de coação e ameaça envolvendo familiares dos adolescente e um porteiro de um condomínio da Praia Brava.
Como foi a investigação
Para conseguir comprovar a participação dos suspeitos, mais de mil horas de gravações de 14 câmeras foram examinadas.
Não existem imagens do momento do ataque ao cachorro, mas o material analisado foi fundamental par que as autoridades verificassem detalhes que corroborassem com as acusações.
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Além das gravações, a polícia também ouviu 24 testemunhas. Em nota, informou que “tem atuado de forma constante para que a denúncia dos envolvidos possa prosseguir para a justiça junto com as demais provas já obtidas nas investigações da morte do Cão Orelha”.