Ex-presidente da Coreia do Sul é condenado a prisão perpétua; entenda
Yoon Suk-yeol foi condenado por insurreição após tentar impor a lei marcial no país em dezembro de 2024; ex-presidente da Coreia do Sul "escapou" da pena de morte
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A Justiça da Coreia do Sul condenou, nesta quinta-feira (19), o ex-presidente Yoon Suk-yeol à prisão perpétua após ser considerado culpado por tentar um golpe de Estado. O ex-chefe de Estado tentou tomar o controle do país em dezembro de 2024 ao impor uma lei marcial e enviar tropas para o parlamento com a intenção de intimidar deputados e opositores.

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Yoon foi afastado por um processo de impeachment e acusado de insurreição. Ele foi preso em 15 de janeiro de 2025 durante uma crise política. O ex-mandatário é o primeiro presidente sul-coreano da história a ser detido durante o exercício do mandato.
Ex-presidente da Coreia do Sul é condenado pelo crime de insurreição
Ao tentar impor a lei marcial no país, Yoon alegou que a medida era necessária para proteger o país das “forças comunistas norte-coreanas”. A tentativa durou apenas algumas horas e foi interrompida pela reação conjunta dos parlamentares e civis.
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Os promotores haviam pedido a pena de morte no caso, afirmando que a “lei marcial de emergência inconstitucional e ilegal de Yoon minou a função da Assembleia Nacional e da Comissão Eleitoral, destruindo, na prática, a ordem constitucional democrática liberal”. A informação é da CNN Brasil.
A insurreição é punível com pena máxima de morte ou prisão perpétua na Coreia do Sul. Apesar do pedido da promotoria, um tribunal sul-coreano condenou Yoon Suk-yeol à prisão perpétua, após considerá-lo culpado das acusações de abuso de autoridade e de arquitetar uma insurreição.