Ganhando ou perdendo o hexa vem de qualquer jeito; entenda como

O hexa já é nosso. Confia! Seja com a tão sonhada sexta estrela ou com uma curiosa coincidência histórica; o Brasil chega à Copa do Mundo de 2026 com um "hexa" garantido

, em Uberlândia

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O maior campeão da história das copas do mundo, está prestes a alcançar o seu hexa campeonato.

Calma, torcedor. Antes de comemorar a conquista da sexta estrela, é preciso entender a curiosa coincidência que envolve a Seleção Brasileira.

Campeã dos Mundiais de 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002, a equipe comandada por Carlo Ancelotti pode finalmente conquistar o tão sonhado hexacampeonato nos gramados dos Estados Unidos, Canadá e México. Mas, se o título não vier, o país também alcançará um “hexa”: serão seis Copas do Mundo consecutivas sem levantar a taça.

Desde a conquista do pentacampeonato na Coreia do Sul e no Japão, em 2002, o Brasil acumulou eliminações nas edições de 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Agora, em 2026, chega à sexta Copa seguida tentando encerrar o jejum e transformar a coincidência em festa.

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Time brasileiro levantando a taça do hexa na copa do mundo 2026
Entre a esperança do sexto título mundial e o jejum que já dura desde 2002, a Copa do Mundo de 2026 pode marcar um “hexa” histórico para a Seleção Brasileira – Crédito: Imagem gerada por IA (GROK)/ Reprodução

O hexa já é nosso. Confia!

Se existe algo que a história das Copas ensina, é que as maiores seleções brasileiras nem sempre chegaram aos Mundiais como favoritas absolutas. Segundo o jornalista esportivo Vitor Albergaria, algumas das campanhas mais marcantes da história foram construídas justamente em momentos de desconfiança.

A seleção campeã de 1958 carregava o trauma do Maracanazo. Já em 1970, considerada por muitos a maior equipe de todos os tempos, o Brasil convivia com críticas, trocas de comando e questionamentos sobre o desempenho coletivo. “O time de 1970 é, sem dúvidas, o maior conjunto de jogadores da história das Copas. Mesmo cercado por dúvidas, especialmente na defesa, encantou o mundo do meio para frente”, destaca Albergaria.

Para ele, a trajetória mostra que favoritismo nem sempre é sinônimo de título e que equipes desacreditadas também podem surpreender.

Os craques que ajudaram a construir a história

Quando o assunto é Copa do Mundo, alguns nomes parecem obrigatórios na memória do torcedor. Para Vitor Albergaria, três jogadores representam diferentes gerações vencedoras da Seleção Brasileira: Pelé, Romário e Ronaldo Fenômeno.

Pelé foi protagonista das conquistas de 1958, 1962 e 1970. Romário liderou o Brasil rumo ao tetracampeonato em 1994. Já Ronaldo escreveu uma das maiores histórias de superação do esporte ao protagonizar a campanha do penta em 2002. “Pelé, Romário e Ronaldo resumem diferentes momentos da Seleção Brasileira e ajudaram a transformar o Brasil em referência mundial no futebol”, afirma.

A partida que virou símbolo do futebol brasileiro

Entre tantos momentos históricos, Albergaria aponta um jogo como a maior representação do futebol brasileiro em Copas do Mundo: a vitória por 4 a 1 sobre a Itália na final de 1970. Para ele, aquela atuação reuniu talento, criatividade, eficiência e protagonismo coletivo, características que ajudaram a consolidar a imagem da Seleção ao redor do mundo.

Outras partidas históricas, como a vitória sobre a Holanda em 1994 e a final contra a Alemanha em 2002, também aparecem entre os confrontos mais marcantes da história brasileira.

O hexa da Seleção Brasileira pode virar realidade?

Apesar das oscilações recentes e das críticas recebidas nos últimos anos, o cenário para 2026 é considerado aberto. Segundo Albergaria, nenhuma seleção chega ao Mundial com amplo favoritismo, o que aumenta o equilíbrio da competição.

Além disso, a Copa do Mundo continua sendo um torneio decidido em poucos jogos, onde momentos de inspiração podem mudar completamente o destino de uma equipe. “Oito partidas inspiradas podem render um título mundial. Foi assim com outras seleções no passado. O Brasil tem condições de competir e deve acreditar”, analisa.

Se a sexta estrela vier, o país encerrará uma espera que já dura 24 anos. Se não vier, a curiosa coincidência continuará alimentando as conversas entre os torcedores. De um jeito ou de outro, o hexa está garantido em 2026. A diferença é que o Brasil espera que ele venha acompanhado de festa, taça e uma nova estrela no peito.

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Tabela de jogos do Brasil na Copa do Mundo de 2026

A Seleção Brasileira está no Grupo C e fará três partidas na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Confira as datas, horários e locais para torcer pelo Brasil:

Brasil x Marrocos

  • Data: 13 de junho (sábado)
  • Horário: 19h (de Brasília)
  • Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)

Brasil x Haiti

  • Data: 19 de junho (sexta-feira)
  • Horário: 21h30 (de Brasília)
  • Local: Lincoln Financial Field, Filadélfia (EUA)

Escócia x Brasil

  • Data: 24 de junho (quarta-feira)
  • Horário: 19h (de Brasília)
  • Local: Hard Rock Stadium, Miami (EUA)

Caso avance em primeiro lugar do Grupo C, o Brasil poderá disputar as fases eliminatórias nas seguintes datas: segunda fase em 29 de junho, oitavas em 5 de julho, quartas em 11 de julho, semifinal em 15 de julho e a grande final em 19 de julho.

Você sabia?

Alemanha (1954, 1974, 1990, 2014) e Itália (1934, 1938, 1982 e 2006) , são as únicas seleções próximas a igualar a marca do Penta conquistado pelo Brasil em 2002. Um marco nosso, seria dividido com outra seleção, tirando do chamado “país do futebol” a “soberania absoluta” sobre a maior competição deste esporte.

Por isso, além de acompanhar a caminhada da Seleção Brasileira, vale ficar de olho em duas tradicionais potências do futebol mundial. A Alemanha chega embalada por uma nova geração liderada por nomes como Jamal Musiala, Florian Wirtz e Kai Havertz, enquanto a Itália deve esperar a próxima Copa, já que não se classificou para os jogos de 2026.

Seja para defender uma hegemonia histórica ou para buscar a tão sonhada sexta estrela, um fato é certo: em 2026, os olhos dos brasileiros estarão voltados para o mesmo objetivo. Afinal, ninguém quer dividir o posto de maior campeão da Copa do Mundo.

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