Como o Kubanacan saiu das oscilações da primeira fase e alcançou a final inédita do Campeonato Amador
Equipe encontrou identidade no meio do torneio, superou desafios internos e eliminou Luizote e Dona Zulmira no mata-mata
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O Kubanacan está na final da Divisão Especial do Campeonato Amador de Uberlândia em seu segundo ano de fundação. O time conquistou uma vaga inédita na decisão com uma campanha de crescimento dentro e fora de campo. A equipe venceu jogos importantes, soube reagir nos momentos de pressão e encontrou, ao longo do campeonato, uma identidade própria.

A primeira fase teve altos e baixos. O Kubanacan venceu adversários como o Canaã, Fluminense, Roda Viva, Araguaia, Floresta e Juventude, mas também sofreu derrotas para Aurora, São Jorge e Dona Zulmira. Segundo o presidente Klebinho, o ponto de virada veio na sétima rodada, na vitória por 4 a 0 sobre o Araguaia. “A partir dali, o time encaixou. No jogo seguinte, empatamos com o América depois de sair atrás. Aquilo deu confiança”, lembra.
A evolução técnica ganhou força no mata-mata. Nas quartas, o Kubanacan bateu o Luizote por 3 a 1 fora de casa e confirmou a vaga com um 3 a 0 no jogo da volta: “Jogamos lá com o estádio cheio, viramos o placar e saímos confiantes de que poderíamos chegar”, diz o presidente. Na semifinal, depois de perder por 1 a 0 para o Dona Zulmira, o time reagiu e garantiu a vaga na final com um sonoro 4 a 1.
Com elenco enxuto – apenas 24 jogadores – e poucos patrocinadores, o clube apostou na organização interna. Toda segunda-feira, a diretoria se reúne com lideranças do grupo para analisar o jogo anterior, discutir ajustes e tratar de lesões ou questões disciplinares. “Esse papo interno fez diferença. O time cresceu a partir dessas conversas”, afirma Klebinho.

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A preparação para a decisão começou logo após o apito final da semifinal. A comissão técnica trabalha para recuperar jogadores, ajustar detalhes e manter o grupo focado. O retorno de Juliano, que cumpriu suspensão, é uma das novidades para a decisão.
Klebinho reconhece a força do adversário. O Voluntários chega invicto à final. Mesmo assim, o presidente acredita que o Kubanacan está pronto. “Sabemos do tamanho do desafio, mas o grupo está forte, focado e acreditando. Queremos fechar essa história com chave de ouro”, afirma.
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E deixa um recado à torcida. “Quem puder, compareça. O apoio faz diferença. Vamos fazer dessa final um momento histórico”, completa.
Com um projeto jovem, organização fora de campo e desempenho crescente dentro das quatro linhas, o Kubanacan entra em campo no domingo com uma missão: transformar a boa campanha em título.