Argentino Facundo Bagnis vence brasileiro na final e é campeão do 1º Open de Tênis em Uberlândia

Torneio terminou neste domingo (20) com mais de 100 atletas; Gilbert Klier, vice no simples, conquistou o título nas duplas ao lado de Mateus Yakasio

, em Uberlândia

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O 1º Open de Tênis, realizado no Cajubá Country Club, em Uberlândia, terminou neste domingo (20) com mais de 100 atletas nas disputas e a presença de jogadores com experiência no circuito profissional internacional. Na categoria especial de simples, o argentino Facundo Bagnis conquistou o título, enquanto o brasileiro Gilbert Klier ficou com o vice-campeonato.

Nas duplas, Klier voltou à quadra e foi campeão ao lado de Mateus Yakasio. Ao todo, o torneio teve cinco dias de partidas, oito categorias com 16 jogadores em cada uma e uma categoria especial destinada aos profissionais.

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Facundo Bagnis e Gilbert Klier disputaram a final da categoria especial de simples do 1º Open de Tênis, em Uberlândia – Créditos: Filipe Bezzan/Divulgação

Argentino conquista título no simples

A principal final do torneio colocou frente a frente dois jogadores com experiência no circuito internacional. De um lado, Facundo Bagnis, argentino que já esteve entre os 50 melhores tenistas do mundo. Do outro, Gilbert Klier, brasileiro de 25 anos que teve destaque no tênis juvenil.

Bagnis venceu a decisão e ficou com o título da categoria especial de simples. Klier terminou como vice-campeão e ainda levantou a taça nas duplas, ao lado de Mateus Yakasio.

O argentino foi um dos quatro estrangeiros que participaram do torneio em Uberlândia. A competição também recebeu dois paraguaios e outro argentino.

Facundo Bagnis conquistou o título da categoria especial de simples – Créditos: Filipe Bezzan/Divulgação

Gilbert Klier tem passagem por Wimbledon

Nascido em Brasília e atualmente morando em São Paulo, Gilbert Klier já conhecia as quadras do Cajubá Country Club. O tenista disputou competições no local ainda durante a infância.

Aos 25 anos, Klier acumula resultados no circuito juvenil internacional. Ele chegou às quartas de final de Wimbledon na categoria juvenil e alcançou o top 30 do ranking mundial de juniores.

Durante o torneio, o brasileiro elogiou a estrutura do clube e a recepção em Uberlândia. “O clube Cajubá tem uma estrutura incrível, as quadras muito boas”, afirmou o tenista.

Klier também confirmou a intenção de retornar à cidade para a próxima edição do torneio.

Para o brasileiro, o tênis envolve não apenas a disputa dentro de quadra, mas também fatores como concentração, preparação física e convivência entre os praticantes. “O tênis, para mim, é a minha vida”, disse.

O jogador ainda incentivou pessoas que nunca tiveram contato com a modalidade a experimentar o esporte.

Facundo Bagnis
Gilbert Klier foi vice-campeão da categoria especial de simples e campeão nas duplas do Open de Tênis – Créditos: Filipe Bezzan/Divulgação

Mais de 100 atletas participaram do torneio

Segundo Leonardo Peixoto Pedroso, organizador do evento e diretor de tênis do Cajubá Country Club, mais de 100 atletas participaram da competição.

A competição teve oito categorias, cada uma com 16 participantes, além da categoria especial, destinada aos profissionais.

Entre os nomes anunciados antes do torneio estavam Wilson Leite, José Pereira Júnior, Gilbert Klier e Federico González, jogadores com registros no ranking da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais) e experiência em competições do circuito internacional.

O evento também contou com atletas amadores, valorizando a participação de jogadores de Uberlândia e da região.

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Open deve voltar em 2027

A organização já trabalha para realizar a segunda edição do torneio em 2027. A data ainda não foi definida, mas o torneio recebeu autorização da diretoria do Cajubá Country Club para voltar ao calendário.

“Já está autorizado por nós, diretores. É só fechar a data”, afirmou Leonardo Pedroso.

A intenção é transformar o Open em uma competição anual, novamente reunindo atletas profissionais e amadores nas quadras do clube.

Para Pedroso, o torneio também ajudou a aproximar Uberlândia do momento vivido pelo tênis brasileiro, com a ascensão de nomes como João Fonseca. “É trazer o tênis para Uberlândia e para todos os atletas da região”, afirmou.

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