Desconecte para conectar: a importância de começar o dia com paz
Inspirada em Denzel Washington, Mônica Cunha propõe um ritual matinal simples para encontrar mais paz e foco no dia a dia. Descubra como!
Dei-me conta quando entrei na lavanderia carregando uma trouxa. A roupa suja do dia anterior estava enrolada na toalha. Eu a carregava debaixo do braço esquerdo e, com a mão direita, rolava o mundo de imagens desse mundo paralelo no qual também vivemos: as redes sociais. Caminhei do quarto até ali assim, enfeitiçada. E quem não está, não é?
Era a primeira manhã com compromissos marcados para um pouco mais tarde, porém, comecei o dia com a mesma pressa de sempre, principalmente nos últimos dias. Talvez pelas mudanças e ainda pelo tradicional fim de ano.
Não me lembro de quanto vi naquele leque de imagens variadas da internet. Só sei que parei ao ver o rosto do ator Denzel Washington, de quem sou fã. Lembra do filme “O Colecionador de Ossos”? Suspense incrível!
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Pois bem, no vídeo, ele dá um conselho: “Ao acordar, perceba-se vivo para a vida. Não pegue o celular, não abra o computador, não boceje e saia da cama sem antes se aquietar. Sinta o corpo, deixe a alma se ajeitar.”
Ele comenta que assim podemos escutar as coisas. Pensei comigo: que tipo de coisas? Das nossas perguntas e respostas, do nosso querer e não querer mais, da voz de Deus ou de algo que nos faz reavivar a esperança e a crença, da essência e da inocência.
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Bastam alguns minutos sem essa parafernália que nos consome, da sabedoria à paciência, nos levando à ausência de tudo e de todos. E eu tenho certeza de que com esse ritual tão simples, podemos priorizar a qualidade que a nossa mente e o nosso corpo precisam para dar conta do que realmente faz sentido.