Sucuri gigante resgatada em Uberlândia volta à natureza
Animal resgatado no bairro Canaã passa por avaliação veterinária e retorna à natureza em área protegida de Goiás, onde será acompanhado por pesquisadores.
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A sucuri gigante encontrada em Uberlândia nesta semana já está de volta à natureza. Após passar por uma série de exames no Hospital Veterinário da Universidade Federal de Uberlândia, o animal foi transferido e solto em uma área de preservação ambiental no município de Catalão, em Goiás.
Segundo o médico veterinário Márcio Bandarra, a escolha do local seguiu critérios técnicos rigorosos. A região conta com uma extensa área monitorada, próxima a cursos d’água e com baixa presença humana, condições ideais para garantir o bem-estar do animal e evitar novos deslocamentos para áreas urbanas.
Além disso, a soltura faz parte de um projeto de pesquisa desenvolvido em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o que permitirá o acompanhamento contínuo da sucuri em seu habitat natural.

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Destino da sucuri gigante foi definido com base em segurança ambiental
A decisão de levar o animal para outro estado não foi por acaso. De acordo com os especialistas, a área escolhida em Catalão oferece alimento em abundância e reduz significativamente o risco de contato com humanos.
Com monitoramento ativo, os pesquisadores poderão acompanhar o comportamento da sucuri, contribuindo também para estudos sobre a espécie e estratégias de preservação. Veja o momento em que o animal é solto:
Relembre o resgate da sucuri
A sucuri foi localizada na Avenida Aldo Borges Leão, próxima ao bairro Canaã, na zona oeste da cidade.
O animal estava em uma área de vegetação dentro do perímetro urbano, o que chamou a atenção de moradores e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros. Para garantir a segurança, a captura foi realizada com o uso de uma gaiola apropriada.
Com cerca de 4 metros de comprimento e peso estimado em 45 quilos, a serpente impressionou até mesmo profissionais experientes. Segundo especialistas, apesar do tamanho, trata-se de um animal não peçonhento.